quarta-feira, 10 de março de 2010

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Estágios e intercâmbio para USA, Canadá e Nova Zelândia

Grande tem sido a procura pelos Programas de Estágio + Homestay nos Estados Unidos, oferecidos pelo Traducenter, para universitários que queiram conhecer o mercado de trabalho americano. São diversas áreas e vários tipos de empresas e as famílias hospedeiras são cuidadosamente escolhidas. O programa propicia ao universitário não só incrementar seus conhecimentos na sua profissão como também treinar seu inglês. As opções são de um mês (julho) ou de três meses (dez/jan/fev). O custo é extremamente atraente e as inscrições devem ser feitas nos meses de fevereiro e março para os programas de julho, e em agosto e setembro para os programas de dezembro/janeiro/fevereiro. Além dos programas de High School nos EUA, com custos imbatíveis, qualidade incomparável das escolas e alto nível das famílias hospedeiras, o Traducenter está com excelentes vantagens para os cursos de Inglês e programas de homestay em Vancouver, oferecidos pelo Canadian College, e em Toronto, oferecidos pelo VIPLLI, dos quais o Traducenter é representante em Campinas.Também interessantíssimos estão os programas para o New Zealand College, onde o estudante pode optar, inclusive, por cursos que virá a lhes conferir o direito de obtenção de visto de trabalho no país. Há cursos com duração de um mês a dois anos e todos os programas são cotados em dólares neozelandeses, o que barateia os custos. O estudante pode ainda optar por trabalhar depois do horário de aula, o que lhe dá uma renda enquanto está estudando.
Estão também abertas as matrículas para os cursos de Formação de Tradutores & Intérpretes, de Business English (Inglês para Executivos), e do Clube de Conversação, com custos especiais para grupos fechados (8 alunos), bem como para o Curso Preparatório para o Exame TOEIC, com carga horária de 20 horas. Todos os alunos que fizeram esse curso tiveram excelente pontuação no exame, que é também aplicado no Traducenter, credenciado como centro aplicador.
O Traducenter continuará oferecendo seu Programa de Preparação para Provas, em todas as disciplinas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Consta de cinco aulas na semana que antecede a da prova da disciplina na qual o aluno apresenta dificuldade. Esse suporte tem tido grande sucesso devido aos resultados obtidos.
Ligue já no Traducenter (3254-3939 ou 3254-6400) e informe-se. Se preferir envie um e-mail para traducenter@traducenter.com.br explicando suas necessidades e interesses, pois a equipe pedagógica terá prazer em auxiliá-lo.


 

Crônica Edgar Rizzo

O CORRIQUEIRO

Todas as pessoas que conheço já foram assaltadas, menos o Alfredo que diz "tenho o corpo fechado e quando saio à rua me revisto de uma aura de proteção de sorte que o ladrão não me vê e nem os carros, mas prefiro ser atropelado do que assaltado”. Porém, todavia, contudo, o Alfredo foi vítima de um assalto como ele conta com ênfase e terror. O Guimarães, meu conhecido, depois amigo, por força das circunstâncias, quando saia de minha casa, depois de assinar um contrato de compra e venda de um telefone no tempo em que não era telefônica e sim telesp, que demorava um ano ou mais para instalar o aparelho e a linha, foi assaltado. Era uma noite de verão. O Guimarães tocou a campainha com um papel para ser assinado. Aproveitou que estava de passagem e resolveu parar para em seguida jantar na casa da noiva. O Guimarães, diga-se, trabalhava em São Paulo, morava em Vinhedo e noivava em Campinas. Nem quis entrar porque estava de passagem e a assinatura se deu ali mesmo na entrada do abrigo onde descansava o fusquinha. Despedidas rápidas porque o Guimarães estava com fome de janta e de namoro e eu o acompanhei até o portão que eu conheço as regras da gentileza, quando do outro lado da rua veio um rapaz que parecia estar no ponto do ônibus, a toda velocidade. Com o susto o Guimarães pulou assustado o já assustado ladrão que se atracou com ele. Foram parar no chão e eu não tive tempo nem de gritar muito menos de ver o revólver na mão do bandido e foi quando eu ouvi dois tiros e o cara se jogou dentro do carro do Guimarães que ele já tinha aberto e saiu que nem um foguete. O Guimarães ainda conseguiu se levantar e eu no meu pequeno porte pedi que ele não caísse de novo porque ele era um baita homem quase o meu dobro e se ele caísse eu não conseguiria carregá-lo até o fusca para levá-lo a um hospital. No fundo eu torcia que ele não morresse ali pra meu maior desespero. Enfim ele conseguiu entrar no carro e fomos para os Irmãos Penteado sem noção de velocidade e semáforos e outros obstáculos e lá no portão mais hospitaleiro do que nunca eu não sei como fomos atendidos, que no caminho ele gemia de dor e espirrava sangue. Quando minha adrenalina baixou um pouco me vi com um copo de água na mão e me lembrei que no trajeto ele tinha me passado um telefone e eu já no orelhão disquei e do outro lado atendeu o Guimarães que me deixou mais enlouquecido ainda e demorou pra ficha cair, a minha, não a do orelhão, que Guimarães era o sobrenome e que eu devia estar falando com o pai do Guimarães, que começou a tomar as providências. Acho que tudo isso aconteceu com ele e não comigo por causa da minha aura. O mais surreal é que ao sair do pronto socorro um rapaz estava me esperando na porta e me disse que o carro que tinha ficado inteiro ensangüentado já estava lavado, e que ele o tinha feito em troca de uns trocados. Na conversa sobre assaltos que virou nos dias de hoje assunto corriqueiro vocês podem continuar essa história.

Edgar Rizzo, é escritor e diretor de teatro
edgar.rizzo@globo.com



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